segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Um dia, vai adiantar?

"A ONU anunciou nesta segunda-feira (24) 2011 como o Ano Internacional das Florestas. O objetivo das Nações Unidas é, claro, chamar a atenção para a preservação ambiental, mas também incentivar a reflexão sobre o uso das florestas e a relação que o homem estabelece com as matas." (YAHOO, 24/01/2011)

É a partir desse fragmento, que resolvo fundamentar minhas opiniões a respeito da temática. Segundo o site Yahoo, a ONU resolvel criar. Inventar. Enfim, temos um Ano Internacional das Florestas, assim como tivemos o Ano Internacional da Biodiversidade (2010), o do planeta Terra (2008)... você, ao menos, sabia disso? Então, o objetivo das Nações Unidas parece viável e realista? Obviamente que não. Se todos desconhecem tais "tentativas", como se pode querer "chamar a atenção [...] incentivar reflexão"? Nada contra essa política, toda e qualquer manifestação em prol do meio ambiental (desconsidere o clichê) é válida, mas não precisamos de mais criações, de teoria. Há fome de mudança. Sabe aquela história de conjugar? Eu mudo, tu mudas, ele muda... Pois é. É isso aí!
O discurso pode parecer clichê e, confesso, detesto falsos moralistas. Mas o que se há de fazer? A grande característica de hoje é o "comodismo". Pelo menos eu tento escrever e expressar a minha discordância para com as formas com as quais estão querendo lutar contra o descaso em relação aos bens naturais. Boa parte da população não vai sequer ter conhecimento do que foi estabelecido para o ano de 2011. 
Ainda não entendo o porquê de uma legislação ambiental se não há fiscalização. De encontros e mais encontros se soluções suficientemente boas não são encontradas. Claro! A situação é cômoda demais para mudanças. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário