segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Breve momento

           Geralmente à noite ou enquanto o ônibus avança deixando para trás os elementos da paisagem da cidade, tudo pára e mergulho na imensidão do meu humano e desenvolvido (há controvérsias) pensamento. Risos. Dúvidas. Arrependimento. Vergonha. Surpresa. Mais risos. Raiva. Alívio. Eventualmente, lágrimas. E, por fim, nada. Este último, se manifesta quando o sono ou o destino desejado chegam. Eram só lembranças, minha cara. Lembranças as quais ora apontam os erros, nos castigando, ora os acertos, despertando a vontade de reviver o momento. Recordar é viver e viver é isso.

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