Curto como o meu tempo. A reativar o blog e, ainda (principalmente), o costume de criticar aquilo que me incomoda.
Esta, então, vai para você que vive sob a sombra de um poeta que não conhece, como forma de escapar do que ainda não descobriu. Pelo caminho mais simples e bonito, uma tentativa de induzir a interpretação e leitura alheia. Alheia, alheia.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Peculiaridades, amigo
Enquanto você tenta ser perfeito, não se dá conta de que está cometendo tamanha imperfeição. Lembre-se: mesmo de pés no chão, você pode machucar alguém! Pare de olhar para si mesmo, meça suas palavras, mas não as suavize. Você não é o único nessa imensidão azul, não está sob um foco luminoso, somos muitos e buscamos o mesmo que você. Não podes lembrar o que fez, mas o que não deixou fazer. Respeite. Somos capazes de encontrar nossa direção.
Você não vê, nós, sim. Um tripulante de um navio que naufraga não pode filmar o acontecido.
terça-feira, 8 de março de 2011
XX
Donas de uma beleza mista, sem igual. De um encanto inabalável. De uma resistência admirável frente aos mais terríveis desafios. Fragilidade, há muito, deixou de ser adjetivo para estas protagonistas da vida. Mas por que seriam frágeis? São elas que, desde cedo, entendem e desenvolvem a responsabilidade com seus corpos. São elas que carregam e dão ao mundo a vida, tarefa que não é para qualquer um. São elas, elas, elas.
Encantam com vigor, amam sem barreiras. Sábias, incomodam aqueles que têm a audácia de pensar que são incapazes, provando, então, que são dignas de respeito e admiração. Arrancam força de onde desconhecem para cumprir a tarefa que lhes foi confiada por Deus. Desempenham-na com graça, majestade e excelência. No entanto, nem sempre são retribuídas, porque aqueles, para quem dedicam seu amor, são incapazes de perceber sua importância. Sofrem. Choram. Mesmo assim, continuam.
Meu Deus, permita que reconheçam, enfim, o enorme valor destas graciosas e divinas fortalezas: as mulheres.
Mulher
Erasmo Carlos
Dizem que a mulher
É o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda!
Eu que faço parte
Da rotina de uma delas
Sei que a força
Está com elas...
Vejam como é forte
A que eu conheço
Sua sapiência
Não tem preço
Satisfaz meu ego
Se fingindo submissa
Mas no fundo
Me enfeitiça...
Quando eu chego em casa
À noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas prá quem deu luz
Não tem mais jeito
Porque um filho
Quer seu peito...
O outro já reclama
A sua mão
E o outro quer o amor
Que ela tiver
Quatro homens
Dependentes e carentes
Da força da mulher...
Mulher! Mulher!
Do barro
De que você foi gerada
Me veio inspiração
Prá decantar você
Nessa canção...
Mulher! Mulher!
Na escola
Em que você foi
Ensinada
Jamais tirei um 10
Sou forte
Mas não chego
Aos seus pés...
É o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda!
Eu que faço parte
Da rotina de uma delas
Sei que a força
Está com elas...
Vejam como é forte
A que eu conheço
Sua sapiência
Não tem preço
Satisfaz meu ego
Se fingindo submissa
Mas no fundo
Me enfeitiça...
Quando eu chego em casa
À noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas prá quem deu luz
Não tem mais jeito
Porque um filho
Quer seu peito...
O outro já reclama
A sua mão
E o outro quer o amor
Que ela tiver
Quatro homens
Dependentes e carentes
Da força da mulher...
Mulher! Mulher!
Do barro
De que você foi gerada
Me veio inspiração
Prá decantar você
Nessa canção...
Mulher! Mulher!
Na escola
Em que você foi
Ensinada
Jamais tirei um 10
Sou forte
Mas não chego
Aos seus pés...
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Particularmente
Estive a estimar a importância da leitura em minha vida. Cheguei à conclusão que esta prática aflorou consideravelmente minha imaginação e meus sentidos. Percebi quão gostoso é viajar quilômetros sem sequer erguer-se da cama, degustar os mais diversos sentimentos e esquecer aquela realidade rotineira, tão real!
Como me fez bem sentir o gosto da rapadura com farinha que alimentava o garoto, castigado pelo calor, mais tarde, Justino, o orador da turma; torcer para que Helena não fosse irmã de seu amado; "hipopotear" por aí pelos tempos; esperar cair o pano e acompanhar o brilhante desfecho descrito pelo sempre digno de admiração Hercule Poirot, além de perceber traços seus, o leitor, em seu fiel escudeiro, o tão humano Hastings. Sentir-se o juíz do "Caso Capitu", a defendê-la ou culpá-la insatisfatoriamente.
Ah! Viajar toda a Roma ao pé de Robert Langdon e seu relógio do Mickey; ser tomado pela tristeza ao imaginar o beijo tardio e póstumo pregado pela pequena ladra de palavras em seu pobre amigo; sofrer e definhar com Júlia e Luísa, a primeira, por sonhar demais, a segunda, por cair nas graças do seu primo Basílio (safado), ambas erradas, mas não menos sofredoras.
As sensações são diversas e completas. Incríveis. Não importa a década, a história, o século, o tema. Abra a porta e deixe que as palavras e invenções de alguém adentrem!
Enfim. Não li muitas, nem poucas histórias, mas o suficiente para concluir que estas me fascinam.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Espelho
Não há ninguém pior que você (ou possivelmente sua mãe, possivelmente) para dar uma descrição de você mesmo. Ninguém. Mesmo sem querer, o texto seria tão tendencioso e suspeito quanto a resposta de uma costureira quando perguntada se o vestido que acabara de fazer é bonito. Porque ninguém consegue de fato perceber sua própria essência. O modesto não vê o que tem de melhor. Alguém (algum adjetivo específico?), pelo contrário, vê demais até. A verdade é que a resposta para o que de fato você representa não é você quem diz, mas sim, aqueles ao seu redor. A exemplo de uma pessoa, cujo nome não lembro no momento e nem quero dar os créditos ao sujeito errado, penso que sou o que as pessoas dizem que sou. É como um espelho. Se há uma opinião formada sobre mim, mesmo que estranha ou ofensiva, certamente deve haver alguma fundamentação e, certamente também, eu posso ter dado algum motivo. Cabe ao autor da "teoria" conferir se o que pensa corresponde à realidade. Ora, se a criatura te conhece, a "teoria" tem uma grande chance de ser verdadeira embora não seja das mais agradáveis. Outrora, afirmei que era como um espelho. Pois bem, o espelho te reflete e, na maioria das vezes, não erra.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Tolice
"Não era normal. Nunca faltava à aula, estudar lhe dava prazer, não gostava daquilo que atraía a multidão. Adorava conversar e, por mais que não aparentasse, essa era a raiz de seus problemas, apreciava o amor. Não tinha muitos amigos, atribuía isso a sua timidez. Aliás, a timidez era a culpada de tudo! Guardava todo e qualquer sentimento para ela mesma; confidenciava somente a Deus, que ouvia e, naturalmente, não respondia. Pobre criatura. Não sabia se deixar amar.
Suas características, embora fossem estranhamente oscilante, na maior parte do tempo apontavam para uma fortaleza analítica e crítica. Assim, nada entrava ou saía de sua alma sem que fosse minuciosamente analisado.
Como o tempo não pára, dias se passaram e ela sentiu que algo mudara. Sim. Cada vez que não deixava expresso aquilo que estava de fato sentindo (e não apenas o que estava pensando), seu corpo inchava. E inchou. Inchou. Até que numa tarde qualquer, como um balão cheio de ar, explodiu. Foi. Seu corpo partiu-se em pedaços pequeninos que foram espalhados pela brisa.
Ninguém presenciou ou soube o que aconteceu, afinal, quem, além de ela mesma, conhecia a verdade?"
Moral 1: Êpa! Isso não é uma fábula.
Moral 2: Só as fábulas têm moral explícita.
Moral 3: Deixe a preguiça de lado e pense.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Breve momento
Geralmente à noite ou enquanto o ônibus avança deixando para trás os elementos da paisagem da cidade, tudo pára e mergulho na imensidão do meu humano e desenvolvido (há controvérsias) pensamento. Risos. Dúvidas. Arrependimento. Vergonha. Surpresa. Mais risos. Raiva. Alívio. Eventualmente, lágrimas. E, por fim, nada. Este último, se manifesta quando o sono ou o destino desejado chegam. Eram só lembranças, minha cara. Lembranças as quais ora apontam os erros, nos castigando, ora os acertos, despertando a vontade de reviver o momento. Recordar é viver e viver é isso.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Resposta a Baltazar*
"George, a tartaruga gigante, tem mais uma chance para acasalar
Nas últimas duas décadas, cientistas falharam na tentativa de acasalar uma tartaruga gigante que vive em Galápagos. Agora, George, como é chamado o macho, terá uma nova chance. [...] George vivia com duas companhias de outra espécie, a Geochelone becki. Elas depositaram ovos por várias vezes - em 2008, 2009 e 2010-, mas nenhum resultou em crias." Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/864051-george-a-tartaruga-gigante-tem-mais-uma-chance-para-acasalar.shtml
Acabara de chegar da rua e de mais uma tartarugada pela nigth da floresta aparentemente apagada e fria, mas badalada. George, o grande, gostava de sua vida. Vidão por sinal. Saía com os amigos, curtia e nunca chegava em casa, cuja dona era a senhora sua mãe, antes das 3 da madrugada. Pegava todas as gatinhas tartarugas que conseguisse, ah, era "estilo namorador".
No entanto, como todos os seres vivos, os quais, sabemos, são originados de outros pré-existentes, George tinha uma mãe. Uma senhora pacata e que atribuía ao ex-marido (o qual fora comprar algo e nunca mais voltou) todos os defeitos comportamentais do filho. Lutou por uma simples moradia na floresta e seu crescido George ultimamente só lhe dava dor de cabeça. As mães de algumas fêmeas comentavam no "bairro" inteiro que não queriam suas preciosas "garotinhas" nas mãos do perigoso George.
Como dito no início, George tinha acabado de chegar de mais um de seus passeios pela madrugada. Cansado, naturalmente, entrou em casa e encontrou sua mãe com os membros e a cabeça fora do casco, o que, àquela hora, não era normal.
- O que faz acordada, mamãe?
A senhora, com as pernas cruzadas (tente imaginar) e tom de "já chega", respondeu:
- Esperava por você, George.
O gigantão sabia que quando a genitora o chamada de George e não de docinho ou coisa parecida, havia algo errado. Dessa vez, muito errado. Desabou:
- Eu não aguento mais, George! Você sai com todas as fêmeas possíveis e só me arranja má fama pela floresta.
- Mas, mãe...
- Sem mas. Não tente se justificar.
- Ah, mãe. Eu já sei me cuidar. Não preciso de seus conselhos.
- É mesmo? Tomara que você nunca encontre uma fêmea de verdade para viver e acasalar. Só assim, você vai dar valor à vida, coisa que você não sabe fazer. Igualzinho ao pai...
George deu às costas e saiu. Partiu para Galápagos, segundo seus amigos, o paraíso, e nunca mais viu sua mãe. No entanto, até hoje lembra-se do que a velha disse. Mãe é mãe.
* Personagem do teatro de bonecos de João Redondo. Em um dos textos de João (Espetáculo de Zé Relampo, gravado na residência do prof. Deífilo Gurgel, em Natal, no ano de 1987), Baltazar pergunta: " [...] praga de mãe pega?"
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Amigos: do lado esquerdo do peito ou no orkut?
Pergunto-me se o sentido de amizade não se perdeu enquanto procurava a janela do orkut. A maioria das pessoas esqueceu o que significa a palavra amizade. Para ser mais exata, os sites de relacionamento roubaram e reformularam um dos conceitos mais sublimes que já existiu. Criaram um novo "sistema" para "manusear" as pessoas enviadas por Deus para suavizar essa árdua batalha de viver: os amigos.
Todos nós podemos ter os amigos que quisermos de uma maneira rápida e simples. Apertando um botão, você ganha um amigo e apertando outro, você pode demonstrar seu eventual amor para ele. Simples assim! Não é preciso ir muito longe para ter exemplos de pessoas que acreditam tê-los "de ruma". Um símbolo de popularidade e poder. Também não é difícil perceber o quanto a expressão "eu te amo" (dentre outras) se tornou banal, utilizada de um modo tão seco, não mais é saboreada com o devido prazer e deixou de representar o que realmente representa, perdendo assim, seu significado.
Hoje, conhecer não é mais pré-requisito para que alguém seja considerado um amigo. Uma semana e um depoimento são suficientes. Pessoas que te ergueram quando você caiu naquele dia, são postas no mesmo lugar que aquelas, as quais você conheceu semana passada e que ontem te mandaram um depô.
É lamentável, porém inevitável, pensar que os momentos bons e ruins, aqueles que nos fazem mais humanos, estão se perdendo cada vez mais e que, em termos práticos, a quantidade é vencida pela qualidade.
"Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar"
"Oi? Eu sou pura cultura e você?"
"Troque o BBB por um livro". É dessa forma que as pessoas (no twitter e no escambau) atualmente estão querendo se mostrar inteligentes, cultas e possíveis merecedoras de uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Façam-me o favor! Se há uma coisa que as minhas células cinzentas odeiam fazer é processar informações e comportamentos hipócritas.
A sociedade contemporânea é mesmo cheia de invenções capazes de despertar uma leve revolta. Não me entenda mal, não assisto ao reality da Globo e nem me ocupo em criticar, pois gosto não se discute, se lamenta. O que quero expressar, por meio desse texto, é o meu posicionamento em relação a essa campanha que, como muitas outras, é ridícula. Muitas pessoas sentem a necessidade de aparecer, ou melhor, de parecer o que na verdade, nem de longe, são. Posso apostar que aqueles que aderem à campanha dão, constantemente, “espiadinhas” e, pior, torcem e votam para que um dos participantes ganhe o prêmio. Ora, não cola!
Se você quer mesmo ser uma pessoa culta, apenas seja. Indivíduos cultos simplesmente desligam a TV e vão ler, não precisam criticar o programa, porque, para eles, é indiferente a existência deste. Em resumo, eu diria: "Troque o 'papo furado' pela ação."
Pausa para uma tentativa
Sentimentos. Quem há de os explicar? Embora não pareça, sentir já é suficiente. Sejam eles representantes da tempestade ou da calmaria ou da euforia sempre são perfeitamente inexplicáveis, capazes até de enganar, na maioria das vezes, quem tenta os demonstrar. E são tão cruéis, de certa forma, que acometem mesmo aqueles que ainda não aprenderam a senti-los, e, por que não dizer, transmiti-los. Castigam quando são indefinidos e não têm motivo ou quando não devem estar ali, naquele espaço, mas, de tão inexplicáveis que são, estão. Engana-se quem pensa os dominar. Não. Totalmente, não. A capacidade de julgá-los é o diferencial do ser humano. Julgar é subjetivo e, por isso, o sentimento também pode ser. Pode.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Um dia, vai adiantar?
"A ONU anunciou nesta segunda-feira (24) 2011 como o Ano Internacional das Florestas. O objetivo das Nações Unidas é, claro, chamar a atenção para a preservação ambiental, mas também incentivar a reflexão sobre o uso das florestas e a relação que o homem estabelece com as matas." (YAHOO, 24/01/2011)
É a partir desse fragmento, que resolvo fundamentar minhas opiniões a respeito da temática. Segundo o site Yahoo, a ONU resolvel criar. Inventar. Enfim, temos um Ano Internacional das Florestas, assim como tivemos o Ano Internacional da Biodiversidade (2010), o do planeta Terra (2008)... você, ao menos, sabia disso? Então, o objetivo das Nações Unidas parece viável e realista? Obviamente que não. Se todos desconhecem tais "tentativas", como se pode querer "chamar a atenção [...] incentivar reflexão"? Nada contra essa política, toda e qualquer manifestação em prol do meio ambiental (desconsidere o clichê) é válida, mas não precisamos de mais criações, de teoria. Há fome de mudança. Sabe aquela história de conjugar? Eu mudo, tu mudas, ele muda... Pois é. É isso aí!
O discurso pode parecer clichê e, confesso, detesto falsos moralistas. Mas o que se há de fazer? A grande característica de hoje é o "comodismo". Pelo menos eu tento escrever e expressar a minha discordância para com as formas com as quais estão querendo lutar contra o descaso em relação aos bens naturais. Boa parte da população não vai sequer ter conhecimento do que foi estabelecido para o ano de 2011.
Ainda não entendo o porquê de uma legislação ambiental se não há fiscalização. De encontros e mais encontros se soluções suficientemente boas não são encontradas. Claro! A situação é cômoda demais para mudanças.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
" (não) Escreveu, não leu, o pau comeu."
Por onde andam os bons hábitos? Inevitavelmente, as boas coisas, de acordo com uma espécie de lei natural, tendem a não serem praticadas porque sempre são maravilhosamente substituídas por outras temporariamente mais sensatas. Os hábitos de ler e escrever, por exemplo, perdem-se em meio ao monte de besteiras que aparecem por aí na internet, televisão etc. De modo geral, todos nós nos limitamos a escrever apenas respostas no msn, tweets (seja lá como se escreve), depoimentos de "eu te amo forever" e não nos preocupamos com desenvolver a parte do cérebro relativa à criatividade, à imaginação!
Por que é tão difícil escrever uma redação? Por que a sociedade só se dá conta de que desenvolveu a escrita às vésperas do vestibular ou outro concurso que, com extrema razão, exige tal habilidade? Momentos "revolts" à parte, está na cara que os adolescentes rebeldes e cheios de si (moderninhos que fabricam inteligência artificial) são, na verdade, menos desenvolvidos intelectualmente (pra não dizer burros) que aqueles ultrapassados, que nem ao menos tinham celulares para marcar um encontro com os amigos. Precisa-se de alguém capaz rechear as jovens cabeças para que estas, não mais, lotem os cursinhos de redação.
Por que é tão difícil escrever uma redação? Por que a sociedade só se dá conta de que desenvolveu a escrita às vésperas do vestibular ou outro concurso que, com extrema razão, exige tal habilidade? Momentos "revolts" à parte, está na cara que os adolescentes rebeldes e cheios de si (moderninhos que fabricam inteligência artificial) são, na verdade, menos desenvolvidos intelectualmente (pra não dizer burros) que aqueles ultrapassados, que nem ao menos tinham celulares para marcar um encontro com os amigos. Precisa-se de alguém capaz rechear as jovens cabeças para que estas, não mais, lotem os cursinhos de redação.
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